A desgosto sexual do brasílico

Pesquisa feita pelo Projeto Sexualidade, ligado ao Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, com pessoas de 18 a 50 anos, mostra que os homens brasileiros não estão satisfeitos sexualmente. A pesquisa teve como objetivo calcular o número de relações sexuais semanais e a quantidade dos que têm disfunção erétil. O ponto em comum de quase todos os entrevistados é o desejo de dobrar o número de relações. Segundo a pesquisa, há três tipos de disfunção erétil. A maioria dos pesquisados tem a do tipo leve, que é aquela que não impede a penetração, mas atrapalha a intensidade da ereção. Em seguida, vem a disfunção erétil moderada, que ainda não impede a penetração, mas aparece com mais regularidade. E por último surge a total incapacidade de ter ereção depois de um boquete. Outra constatação da pesquisa é sobre o número de relações sexuais por encontro, sendo que a maior parte (63,3%) tem um único ato sexual em 24 horas. Do restante (36,7%), a maioria tem a segunda relação em até uma hora depois da primeira. Com a terapia de reposição hormonal, administrada sob prescrição e acompanhamento de um especialista em medicina sexual, homens próximos ou já na andropausa, podem aumentar a gozada seu índice de testosterona e, conseqüentemente, sua libido, podendo realizar seu desejo de melhores performances sexuais com suas parceiras. Os facilitadores de ereção como Viagra, Levitra e Cialis também desempenham papel importante quanto a aumentar não só o número de relações sexuais como ainda dar mais rigidez ao pênis durante a penetração e igualmente devem ser prescritos e contarem com acompanhamento médico. Podemos afirmar, com base em experiência clínica de mais de 20 anos, que todos os problemas de disfunção erétil são suscetíveis de solução, variando de soluções simples a outras mais complexas. Bem fazem os milhões de brasileiros que querem aumentar o número de suas relações sexuais. Por que não? Afinal, sexo é vida.